Felipe Orro promove audiência para debater conservação do Complexo do Parque dos Poderes

Publicado em: 30/04/2019 - 13:13

O deputado estadual Felipe Orro (PSDB) promoverá no dia 14 de maio uma audiência pública que debaterá os “Impactos Ambientais no Complexo do Parque dos Poderes”, em Campo Grande. O evento começa às 19h e acontecerá no Plenário Deputado Júlio Maia, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

A ideia da realização da audiência pública surgiu após articulação do deputado Felipe Orro, que é vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente da Casa de Leis, com coletivo de ambientalistas e artistas que defendem a preservação desse importante cartão-postal da Capital sul-mato-grossense.

“Nos últimos anos, percebemos que o Complexo do Parque dos Poderem vem agonizando. Precisamos urgentemente discutir mecanismos que garantam a preservação deste espaço natural que se encontra dentro de Campo Grande. Toda intervenção do homem nesta região gera impactos, seja na Reserva do Parque dos Poderes, no lago do Parque das Nações Indígenas, entre outros. Por isso precisamos garantir a preservação deste espaço, impedindo desmatamentos ou expansão da urbanização neste local”, justifica Felipe Orro.

Em março, Felipe Orro apresentou requerimento ao Governo do Estado pedindo ações para desassorear o lago do Parque das Nações Indígenas. A Semagro (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) anunciou, através do secretário Jaime Verruck, um plano para recuperar o lago até o fim de agosto. Os trabalhos serão executados pelos governos municipal e estadual.

O artista plástico Pedro Goés, integrante do coletivo que solicitou a realização da audiência pública ao deputado Felipe Orro, argumenta que “este debate é um instrumento político para que se possa discutir que tipos de ações podem ser promovidas a fim de garantir a preservação permanente do Complexo do Parque dos Poderes”. O coletivo também é composto pelo escritor Américo Calheiros, engenheiro Moacir Lacerda, Aroldo Galvão, da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária Ambiental, e por Paula Isla, da Associação Amigos do Parque.

 

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